Foi só porque você é uma cabeluda do olhão bonito e eu ainda não aprendi se é azul ou verde. Mas nem precisa; eles já estão costurados na minha memória. Vamos dar risada? Vamos. Vamos falar sério? Vamos, também. O que não pode é “não vamos fazer nada separados”. Gritinho quando leva cócegas? Pode. Dormir de meias. Tá, vai, eu não gosto de pé gelado. Então, vamos colocar a música que elegemos como nossa e fazer uma dança maluca na sala. Vamos colocar um apelido cafona um no outro, mas não vale usar perto dos amigos. Vamos levar as coisas no passo que elas têm de ter, porque o que está no coração não pode ser empurrado ladeira abaixo. A gente se esforça para não errar como antes, mas é necessário lembrar de algumas pequenas regras, pequenas manias, pequenas admirações, para que o antes se complete com o agora e traga a resposta que a gente quer. Qual é a pergunta que fizemos? Se vamos acertar desta vez? Não sei, mas eu só espero que, mais uma vez, nós não nos esqueçamos, exatamente do mesmo jeito que nunca esquecemos desde o primeiro dia. Porque não dá para ficar com esse olhão verde (ou azul) costurado na memória e não poder tê-los de vez em quando. Tratando-se de você, ter de vez em sempre é bem melhor.
Reencontro
Junho 29, 2009 by Luiz Guilherme AmaralNada de novo aqui também
Junho 22, 2009 by Luiz Guilherme AmaralOuvi dizer que, quando uma pessoa morre, o último sentido que ela perde é a audição. Antes de morrer, a última coisa que uma pessoa faz é ouvir. Não é o que vem depois que me dá medo. Eu morreria feliz se conseguisse ouvir pela última vez o barulho dos vizinhos contando piada logo de manhã, ou ver o vendedor de goiabas reclamando para quem não as compra. Eu não encararia a morte completa se, antes dela, eu não ouvisse os trechos preferidos das músicas preferidas, se eu não ouvisse o grito da torcida do meu time, se eu não ouvisse o barulho do carro do meu pai chegando para me fazer mais uma visita. Não teria uma morte completa se eu não ouvisse a sua voz pela última vez, se eu não pudesse ouvir o estalinho que você faz quando começa a puxar seus dedinhos magros, se eu não pudesse ouvir uma última rima sua, um último absurdo seu, um último elogio. Até o ‘eu te amo’, que eu nunca ouvi de você, gostaria de ouvir. Eu não embarcaria desta para a melhor – ou pior, ou apenas embarcaria – se eu não ouvisse seus pés quebrando as folhinhas no chão naquela caminhada friorenta que a gente ainda não insistiu em fazer no Ibirapuera. Eu seria um meio-morto se eu não ouvisse você rir, chorar, citar, ponderar, viver. Nem que fosse por uma última vez. A derradeira.
CANTE EM INGLÊS DE VERDADE!
Junho 17, 2009 by Luiz Guilherme Amaral
Sequência mortal de cagadas
Junho 15, 2009 by Luiz Guilherme Amaral(Mto grande pra tuitar. Vai aqui mesmo!)
* Coringão empatou
* Orlando Magic perdeu (já já sai no Cultebol)
* esqueci o carregador do celular na casa da minha mãe
* esqueci o celular no vibra e não ouvi o despertador
* cheguei 10h da manhã na agência.
O que mais falta acontecer, hein?
Bosta nova
Junho 12, 2009 by Luiz Guilherme AmaralVersão verídica do próprio autor
Olha que coisa mais feia
que grande desgraça
é esse o feioso
que vem e que passa
num grande chacoalho
a caminho do bar
Moço do corpo branquelo
Sem sol de Ipanema
a sua carinha
parece um dilema
é a coisa mais triste
que eu já vi passar
Ah, deves morrer sozinho
Ah, você é muito triste
Ah, a feiura persiste
A feiura é sua, não minha
E que não some nunquinha
Ah, se ele soubesse
que quando ele passa
o mundo inteirinho
cai em desgraça
e fica mais triste
por causa do horror
(por causa do horror)
iGoogle Showcase
Junho 9, 2009 by Luiz Guilherme AmaralReparei que o iGoogle lançou uma coleção de painéis pré-definidos chamado iGoogle Showcase. Aí tem umas coleçõezinhas até que bacanas, como a do Al Gore (Humanitarista), Anderson Cooper (CNN) e até daquela gostosíssima da Rainha Hania (Jordânia). Aí eu pensei: por que mortais como eu ou você não podemos oferecer nossos próprios painéis? Não sei se você que está lendo isso realmente usa o iGoogle. Se não usa, deveria. É muito útil. Tem até um blog chamado iGoogle iDeas que eu descobri uma vez, mas anda meio parado.
E eu tenho certeza que meu amigo Jay Moretti vai me xingar porque ele sempre conhece uma ferramenta melhor. Mas, que se dane, meu caro! Google rulez!
Aqui está a lista de gadgets que eu uso:
TwitterGadget: faz tudo que o Twitter faz, com muita simplicidade e sem F5.
Google Calendar: crie calendários, compromissos e use todo o poder do Google para administrar sua vida.
Google Bookmarks: além do plugin Xmarks (antes era Foxmarks), o Google Bookmarks sincroniza seus favoritos e você os carrega em qualquer lugar do mundo.
Currency Converter: converte faz-me-rir de vários países.
Gra Island Mini Golf: MINI GOLF!
Free iTunes Download: ele lista quais são os downloads gratuitos no iTunes para você baixar mais rápido.
Weather: fez frio no dia que dei o printscreen.
Track IP: saiba qual é o seu IP e outras informações de rede. Você também pode ver informações de outras redes, emails, etc.
NBA Playoffs: veja quais são os próximos jogos, as estatísticas e o bracket da NBA.
Quotes of the Day: citações inteligentes para inspirar (ou odiar).
Google Notebook: faça notas rápidas ou permanentes. Ótimo para Ctrl+c Ctrl+v.
Neste dia by Wikinews: mostra os fatos e pessoas que marcaram o dia que você está vivendo.
Hangman: joguinho de forca em vários idiomas para distrair por uns 3 minutinhos (depois que vc faz ‘aeiou’ fica fácil).
Slang of the Day: gírias de países que falam inglês. (às vezes aparece gírias francesas, mas é bem pouquinho).
E é assim que fica!

Cartão de Visitas
Junho 8, 2009 by Luiz Guilherme AmaralEste é o cartão de visitas que meu amigo @momezzo criou para mim. Veja que arte sublime, que técnica, que… que… QUE FILHO DE UMA PUTA!

Don’t say you love me
Maio 25, 2009 by Luiz Guilherme AmaralDon’t say you love me
for I am a mirror
that bounces your words back
You make no effect
don’t say you love me
My life is only mine
and you know I never regret
Don’t say you love me
for love is a strange word
I would never give what you want
I can never be who you need
Don’t say you love me
It’s only you possessing this feeling
indeed
Don’t say you love me
for this word keep us apart
We’d better stay as we are
Run your road, I’ll run mine
Maybe we can meet sometime
But don’t say you love me
I will not look back
I will not hear you sigh
Entrevista: Douglas de Camargo
Maio 20, 2009 by Luiz Guilherme AmaralDouglas, ou o nosso amigo “Xumbo”, é formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação. Especializado em estratégia e marketing, teve uma excelente passagem pela Visa Vale. Aqui, ele conta como vê sua área de atuação.
contato: camargodouglas@gmail.com
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Xumbo, com todas as suas qualidades e talentos, o que mais te interessa profissionalmente?
Acho que fazer o que gosto sendo bem pago por isso. Trabalhar com marketing estratégico, planejamento, comunicação estariam dentre o “fazer o que gosto”.
Estamos fazendo boas estratégias, seja em corporações ou agências?
Acho que além de falar das boas estratégias, o que mais ressalta ultimamente (pelo menos na minha visão) são as péssimas ações. Alguém já viu os comercias recentes da Tigre? “Dança do Conduíte” merecia estar no Desencannes.
Claro que não há uma fórmula para uma boa estratégia, pois cada caso é um caso. Mas, o que você viu ultimamente que te fez dizer “por que eu não pensei nisso antes”?
Vamos pegar um exemplo de serviço, ok?O Twitter… putz! Eu queria ter pensado nisso antes! É a evolução das redes sociais e dos comunicadores que tanto usamos! Agrega tudo que sempre tivemos em N sites de serviços. Você coloca seus amigos, pessoas interessantes de seguir, upload de links, fotos, vídeos. Como estratégia de negócios é perfeito!
O Yahoo está saindo com um serviço quase idêntico ao Twitter, chamado Yahoo Meme.
Yahoo Meme vai durar tanto quanto o Second Life. Fogo de palha, na minha opinião.
Ontem (dia 19/05/09) teve a discussão na MTV sobre o fim do papel. Você acha que isso é possível?
Bom, nunca vai acabar. Por mais que tenham inúmeras ONGs reclamando do gasto de papel, etc, papel é um dos materiais mais recicláveis que existe. Como o Marcelo Taz disse ontem: as coisas vão coexistir por um longo tempo ainda. Uma tecnologia não mata a outra. O Lobão comentou ontem também da volta do Vinil. E é do caralho perceber que colocar seus terabytes de música num aparelhozinho ridículo é um pé no saco. Você se perde no meio de tanta coisa. Nada melhor do que pinçar um bom e velho CD original, com encarte e as letras de música para tocar e ficar acompanhando. Claro, tudo isso também podem ser feito nas engenhocas mais modernas, mas é saudosista re-ouvir um bom CD, lembrar da época que comprou.
Parece que é tudo um ciclo, igual acontece com a moda.
Sim! E com tanta gente em contato diretamente quase que todos os dias, o inconsciente coletivo fica mais abastecido e as coisas ganham uma velocidade absurda de renovação que antes não poderia ser imaginada.
Toda essa informação tem que ser selecionada. Isso faz com que a colaboração de conteúdo fique mais forte, certo? Você repassa o que realmente interessante.
Acho que não. Considero-me um pouco egoísta nessa parte. Acho que, como todos tem acesso a quase tudo, então são pouquíssimas as coisas que viram novidade na mesa. Por exemplo: se você tem amigos com um assunto em comum, seja ele futebol, publicidade, etc, todos estão vendo as mesmas coisas praticamente, e a fonte dessas informações também é a mesma, o que muitas vezes torna desnecessário repassar algum conteúdo.
Falando em futebol e mesmas fontes, o Mano Menezes sai na frente como um técnico “híbrido” em termos de comunicação, ou é só um passatempo?
O Mano? Com site próprio e twitter? Vou te contar um segredo. Chama-se Assessoria de Imprensa. Eu DUVIDO que ele seja realmente o Mano Menezes por trás dos posts, seja em seu twitter, seja no site. Mas acho que o Mano é o único no Brasil a fazer tal ação. Tem os pontos fortes: a torcida fica mais em contato com o treinador e acompanha o “passo-a-passo” da preparação da equipe, as concentrações para os jogos e em parte tem informações de ultima hora. Do outro, quem está ligado em tudo que acontece, sabe que tem um ou dois jornalistas por trás desse perfil, analisando e liberando ou não o conteúdo que sairá em nome dessa pessoa. Imagina se ele twitta “Ronaldinho Gaúcho será companheiro de Ronaldo no ataque do Coringão”? Vira calamidade.
Voltando um pouco para Propaganda, você disse lá em cima que a campanha da Tigre é digna de Desencannes. Você
consegue fazer uma porcentagem do que é Desencannes e o que não é hoje?
Com o tanto de vergonha alheia que passei desde que me formei, acredito que 50% dos comerciais, propagandas, e etc, sejam dignos de que se colocar num patamar de “palhaçada”. Dá pena dos caras das empresas-clientes de certas agências que aprovam os materiais. Tiramos uma conclusão: tem tanta gente boa no mercado que conseguem vender merda enlatada e ficar rico! Mas, não nos esqueçamos das BOAS propagandas, com excelentes textos, trilhas incríveis e a mensagem passada tão corretamente que ficam em nossas lembranças por muito tempo!
Sim. Não dá pra ser gênio toda hora, né?
Pior que dá. Mas ou não é aprovado, ou a genialidade vira para o lado do tosco, do grotesco, e vai pro ar!
Não que eu seja um gênio incompreendido, mas posso dizer que 70% do meu portifólio é de criações que o cliente não gostou e pediu para fazer coisas piores.
Às vezes eu penso que as agências de propaganda vão deixar de existir algum dia. Falo isso por experiência própria. Cada vez mais as propagandas (leia-se above the line e below the line) estão ficando mais com a cara do que o cliente quer ver ao invés de algo embasado em anos de estudos, teorias, comportamento e etc. Vemos o planejamento e a criação virar noites, dormir mal, comer pior ainda (quando comem) para criar uma campanha fudida. Na hora de apresentar, o cliente mexe aqui, mexi ali, coloca fundo roxo com letra verde (pra dar destaque) e fode tudo.
Então você quer dizer que não adianta ser bom quando quem apresenta a criação tem medo de perder o dinheiro do cliente.
Na verdade eu acredito que não seria medo de perder o dinheiro do cliente e muito menos ter medo de apresentar. O que eu acredito é que na hora de definir o que vai sair para o público, o cliente mete o dedão e borra tudo. Porque acha que fez MBA em marketing e sabe mais do que todo mundo.
Vai muito também de você “educar” o cliente e fazê-lo entender o que é eficaz.
Educar o cliente. É interessante falar disso. Educar um cliente que vende um produto há 30 anos, que o que ele pensa não é mais modinha, ou correto, ou o apropriado. É igual fazer uma diarista limpar a casa de outra maneira: ela até cede um pouquinho, mas vai continuar a limpar como ela limpa há 30 anos. Com a reciclagem das ideias, reciclagem dos executivos isso pode se tornar mais fácil, mas é muito dificil. O cara que é dono não gosta que mexam no seu queijo.
Para encerrar: se você recebe um milhão de reais para abrir uma empresa, o que você faria?
Acho que não abriria empresa nenhuma. Pegaria essa grana, compraria uma casa legal, ficaria um tempão estudando fora, fazendo essa grana me render mais grana futuramente. O melhor investimento a se fazer com um milhão de reais é em você mesmo! Estudaria muito, em bons lugares e voltaria a trabalhar.
Eu mandaria todo mundo à merda e fugiria para o Havaí! Valeu!
De nada!
Cenas de filme premonitórias
Maio 19, 2009 by Luiz Guilherme Amaral- WHO IS THERE??
- SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM SAM